| Câmara e parceiros em alerta face a eventuais cheias |
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| 28-jul-2010 | |
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A Câmara Municipal reuniu-se, na manhã de hoje, com instituições parceiras da ilha no intuito de traçar directrizes para uma actuação coordenada, face a cheias que possam ocorrer durante a época das chuvas. É que quando a chuva cai com muita intensidade muitos são os transtornos que causa à população de São Vicente, casas inundadas e destruídas, famílias desalojadas e despojadas dos seus bens, ruas apinhadas de água e a dificultar na circulação automóvel e pedonal. O Presidente Substituto da Câmara Municipal, Augusto Neves, que solicitou a colaboração de todas as instituições parceiras, diz que "é necessário auscultar todos os parceiros, analisar tudo o que é possível fazer, de forma coordenada, para minimizar a situação e, assim, prestar um melhor serviço à população". Garante que a questão das chuvas tem sido uma preocupação permanente da Câmara "que está a efectuar intervenções nas zonas críticas e que recorreu a empréstimo bancário para a construção de novos diques, que entretanto, só deverão estar concluídos no próximo ano". "A câmara tem feito tudo para minimizar os problemas causados pela chuva mas do que gostaríamos, de facto, era de avançar com um projecto estruturante para São Vicente, no domínio da drenagem das águas pluviais, orçado em 1 milhão e trezentos mil contos e que já foi canalizado para o governo concluiu". As Forças Armadas que irão disponibilizar grupos de militares para a limpeza das zonas afectadas anunciaram que estão capacitadas para acolher 700 pessoas, em tendas, nas três ilhas da região, caso seja necessário. Os militares funcionarão, também, como núcleo de reserva para acudir às situações mais difíceis. A Cruz Vermelha terá, no terreno, mais 40 voluntários recém - formados a prestar apoio às famílias enquanto os Bombeiros Municipais, com 19 bombeiros profissionais, 4 voluntários, 2 novas moto - bombas de grande capacidade e mais um camião prestarão auxílio lá onde for necessário. Os representantes dos serviços de saúde da ilha, Hospital Baptista de Sousa e Delegacia de saúde, atentos à ameaça da dengue, evidenciaram preocupação quanto aos pardieiros e casas em construção, susceptíveis de potenciar a proliferação o mosquito vector, bem assim, à pulverização pouco regular dos barcos e aeronaves que chegam a São Vicente. Garantem, entretanto, estar prontas a executar os seus respectivos planos de intervenção. Estiveram, ainda, representados no encontro a PN (Polícia Nacional), os serviços da Protecção Civil, os Serviços Sociais e a Direcção de Ambiente da Câmara Municipal e a Delegação do Ministério do Ambiente.
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| Actualizado em ( 28-jul-2010 ) |




















